sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

PARA VER A BEBER UM WHISKEY* E A FUMAR UM CHARUTO

Directed by John Ford (EUA, 1971) de Peter Bogdanovich e Directed by John Ford (EUA, 2006), de Peter Bogdanovich.
Não, não estou a ver a dobrar. É mesmo documentarismo em dose dupla: com o segundo filme documental a acrescentar depoimentos novos, actualizando a visão sobre John Ford; e, demonstrando, assim, a intemporalidade estética do Mestre, caso dúvidas ainda restassem. Se todos os Países olhassem, com olhos de ver, para as obras dos seus cineastas espirituais, de que Ford será um dos exemplos máximos para os EUA (e por que não para a Irlanda também?), muitas crises existenciais evitariam e teriam meio caminhado andado para reencontrar a sua identidade perdida.
*Assim mesmo, grafado à irlandesa.

domingo, 4 de janeiro de 2009

PARA VER A BEBER UM WHISKEY E A FUMAR UM CHARUTO

Directed by John Ford (E. U. A., 1971) de Peter Bogdanovich e Directed by John Ford (E. U. A., 2006), de Peter Bogdanovich.
Não, não estou a ver a dobrar. É mesmo documentarismo em dose dupla: com o segundo filme a acrescentar depoimentos novos, actualizando a visão sobre John Ford; e, demonstrando, assim, a intemporalidade do Mestre, caso dúvidas ainda restassem. Se todos os países olhassem, com olhos de ver, para as obras dos seus cineastas espirituais, de que Ford será o exemplo máximo para os E. U. A. (e porque não para a Irlanda também?) —, muitas crises existenciais evitariam e teriam meio caminhado andado para reencontrar a sua identidade perdida.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

DESTES JÁ NÃO SE FAZEM

John Wayne (1907 — 1979)
em Stagecoach (1939)
de John Ford (1894 — 1973).

domingo, 14 de abril de 2019

SÉTIMA ARTE E IDENTIDADES NACIONAIS

Já se sabe que acredito no Cinema enquanto revelador da eterna identidade das Nações — embora de forma subtil, subliminar ou simbólica, não se tratasse de uma forma de Arte — e indicador dos consequentes caminhos políticos e geoestratégicos dos respectivos Estados. Assim, quando vi Tropa de Elite, percebi que o Brasil estava à espera de alguém como Bolsonaro. Também aqui escrevi em tempos que as marcas identitárias dos Estados Unidos da América se encontravam todas nas obras completas de três cineastas —  David W. Griffith, John Ford e Clint Eastwood — e que, estando o anterior Presidente a leste dessas referências, mais tarde ou mais cedo surgiria um novo Chefe de Estado para as cumprir; e, de facto, chegou Trump. Afigura-se-me igualmente claro que para a compreensão do Reino Unido se torna necessário conhecer a sua cinematografia; contudo, para facilitar o trabalho aos meus queridos leitores, aponto apenas as filmografias (com as suas fitas americanas e tudo) de três autores britânicos  — Alfred Hitchcock, David Lean e Ridley Scott —,  os filmes realizados por Stanley Kubrick desde que se mudou para Inglaterra, e ainda a série fílmica James Bond

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

PARA A COMPREENSÃO DA VERDADEIRA AMÉRICA

Cinematografia é o conjunto de filmes produzidos por um País. Filmografia é o conjunto de fitas realizadas por um cineasta. Contudo, certas filmografias são mais reveladoras da identidade cultural de um Povo do que as suas cinematografias. Assim, a matriz profunda dos Estados Unidos da América descobre-se toda visionando apenas — com olhos de ver —  a obra completa de sòmente três autores; respectivamente, do Cinema Mudo, Sonoro e Moderno: D. W. Griffith, John Ford e Clint Eastwood. Está lá tudo.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

PARA A COMPREENSÃO DA VERDADEIRA AMÉRICA

Cinematografia é o conjunto de filmes produzidos por um País e filmografia é o conjunto de fitas realizadas por um cineasta. Contudo, certas filmografias são mais reveladoras da identidade cultural de um Povo do que as suas cinematografias. Assim, a matriz profunda dos Estados Unidos da América encontra-se toda esplanada na obra completa de três autores, respectivamente do Cinema Mudo, Sonoro e Moderno: D. W. Griffith, John Ford e Clint Eastwood.

quinta-feira, 12 de março de 2009

DA TRADIÇÃO

Quando os factos se transformam em lenda, deve-se publicar a lenda.
Do filme O Homem que Matou Liberty Valance, de John Ford.

REALIZADOR PARA HOJE (2)

domingo, 4 de janeiro de 2009

CINEASTA PARA HOJE (7)

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

LIVRO PARA HOJE (9)

John Ford, Luís de Pina, edição Vega.
Irlandês, rebelde, católico, amigo da vida e da humanidade, criticou a hipocrisia e defendeu os puros, salientando a virtude e praticando o humor. (...) Em todas as coisas defendeu a família, a tradição, o sentido comunitário, as linhas de contacto entre os homens.
[Excerto do texto da contracapa.]
Substituindo a palavra Irlandês por Português, todas estas qualidades se aplicam ao meu Saudoso Mestre Luís de Pina. Faço por merecer os seus ensinamentos — de Cinema e de Vida —, tentando trilhar o mesmo caminho.

terça-feira, 15 de maio de 2007

CATALOGAÇÕES

Nos blogues, como nos filmes, interessam-me os autores e não os géneros. Visito o blogue X por pertencer a A e não por lá se escrever sobre alhos, assim como vejo o filme Y por ser de John Ford e não por estar classificado como Western.