quarta-feira, 30 de outubro de 2019

DOS AFORISMOS

Os aforismos que aqui criei até Novembro de 2014 estão compilados ali. Qualquer dia transcreverei também para esse sítio todos os que escrevi desde essa data até agora. Afinal, já passaram cinco anos...

sexta-feira, 7 de abril de 2017

DOS AFORISMOS

Aforismos são frases curtas de longo alcance.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

DOS AFORISMOS

Aforismos são frases curtas de longo alcance.

sábado, 7 de dezembro de 2019

AFORISMOS ÚTEIS EM SOCIEDADE (1)

Deve-se agarrar a garrafa pelo gargalo e a mulher pela cintura.

quinta-feira, 14 de março de 2019

HAJA EDITORES INTERESSADOS

Sigo a trabalhar simultaneamente em oito projectos que corresponderão a outros tantos livros de igual número de temas: História do Cinema, Fotografia, Contos de Lisboa, Crónicas de Lisboa, Manifesto Cultural, Doutrina Política, Aforismos, Genealogia.  

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

SUNSET PERFEITO

Vendo ali o mar e lendo aqui um romance de Somerset Maugham, daqueles passados em paragens exóticas de sabor imperial, onde nada acontece, como em Proust, mas onde, volta e meia, somos surpreendidos por improváveis e inolvidáveis aforismos.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

DAS ETIQUETAS QUE NÃO EXISTEM NESTE BLOGUE

Muito por causa da minha querida estética minimalista, optei, desde o início desta solitária aventura blogosférica, por não ter aqui etiquetas; ou seja, as mensagens não são classificadas nem agrupadas por assuntos. Contudo, apeteceu-me fazer o exercício de aplicar virtualmente essa funcionalidade às últimas 25 (as que estão à vista, incluindo esta, na página inicial) publicações do blogue. Assim sendo, de cima para baixo, que é como quem diz, da última para a primeira, rezaria assim:
Blogosfera.
Sociedade.
Genealogia.
Música.
Música.
Política.
Blogosfera.
Beleza.
Cultura.
Livros.
Cinema.
Política.
Sociedade.
Genealogia.
Arte.
Religião.
Religião.
Blogosfera.
Aforismos.
Livros.
Livros.
Livros.
Cultura.
Biografias.
Biografias.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

DO PODER DA COMUNICAÇÃO: TEXTO, CONTEXTO E PRETEXTO

Alguns dos melhores aforismos que li desde sempre e em toda a parte encontrei-os ditos por um extraordinário personagem dandy aristocrático no fantástico romance romântico O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde.

quinta-feira, 26 de março de 2015

MULHERES E POETAS AOS OLHOS DUM MESTRE DE AFORISMOS

Gosto de todas as mulheres desde que tenham Corpo... Gosto de todos os poetas desde que tenham Alma... A alma é o corpo dos poetas. O corpo é a a alma das mulheres.
ANTÓNIO FERRO
(1895 — 1956)

quinta-feira, 5 de março de 2015

NEM TODOS OS AFORISMOS SÃO ETERNOS

No início do Século XIX, Joseph de Maistre, grande pensador católico e monárquico, proclamou um famoso aforismo: «Uma Contra-Revolução não é uma Revolução contrária; é o contrário de uma Revolução.» À época, os diferentes tradicionalistas europeus podiam e deviam levar esse anexim à letra, pois permaneciam ainda, nas suas diversas comunidades nacionais, muitas coisas intactas; e, portanto, quase tudo para conservar.
Agora, perante o actual panorama de dissolução nacional, em todas as pátrias da Europa, os tradicionalistas não poderão limitar-se a ser contra-revolucionários ou conservadores; mas, muito pelo contrário, deverão ser revolucionários e lutar — precisamente — por uma Revolução contrária. Só assim será reposta a Ordem e a Tradição.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

NOVO FÔLEGO

Compilados ali quase todos os aforismos que aqui fui semeando ao longo de sete anos, este blogue retomará em breve a publicação regular de novas mensagens. Cheira-me que não será ao ritmo acelerado dos bons velhos tempos; mas, volta e meia, haverá por cá, certamente, quentes e boas notícias.  

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

NOTA EDITORIAL

Amanhã o blogue completará sete anos.
Nesse mesmo dia será publicada a última mensagem.
No Outono os aforismos que aqui escrevi sairão em livro.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

PENSAMENTO SÁBIO

Quem não vive para servir, não serve para viver.

Ditado popular português que serviu de inspiração para os anteriores três aforismos da minha autoria.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CARTEIRA DE SENHORA


DIA 52

Fez seis anos, no dia 21 de Janeiro, este blogue do João Marchante, o blogue que decidiu adoptar-me. Mesmo que quisesse, não podia ficar calada e não fico, claro.

Não acompanhei o Eternas Saudades do Futuro desde o princípio, confesso. Quando apanhei o comboio já a viagem ia a mais de meio. A partir daí, a distracção foi de tal ordem que esqueci-me de me apear na estação e continuei viagem, textos fora, imagens fora, vídeos fora, saboreando todas essas paisagens que o correr da pena e da mente do João nos oferecem…

Lembro-me de no meu blogue pessoal brincar com as estatísticas que o João apresentava, para comparar a formiga com o elefante (acho que usei planetas, na altura). Fascinaram-me as histórias do cinema, os aforismos, a estética, algum, se não todo, o pensamento coincidente… Admirei especialmente a coragem, a determinação e a verticalidade de quem caminha contracorrente e não é politicamente correcto.

Mal imaginávamos ambos o resto de uma história em que ninguém vai acreditar se contada. Um dos maiores responsáveis chama-se Mark Zuckerberg e podemos mover-lhe um processo se a coisa correr mal.

E é assim que, quase uma semana depois de o Eternas Saudades do Futuro ter idade para entrar para a escola, celebra esta crónica um ano. Ou seja, de fraldas, a balbuciar palavras que ainda não consegue dominar e olhando com veneração para os mais velhos.

Cinquenta e duas crónicas contando com esta (a isto chama-se fazer batota). Cinquenta e dois temas que tentei fossem variados.

Os leitores dirão se cumpri o que previa no dia 1: “Escreverei com a maré dos dias, uns melhores que outros, alguns de raiva, outros de puro divertimento.”

Claro que a indisciplina não arredou pé. Com uma semana inteira entre crónicas, a minha costela preguiçosa, estranhamente a mais activa e dominadora, não me dá tréguas e obriga-me a deixar tudo para o último dia (prova viva de que sou portuguesa) contribuindo decisivamente para atabalhoamentos, fraco vocabulário e tudo o mais de que sois testemunhas.

Hoje não quero mesmo nada escrever qualquer coisa que se assemelhe ao discurso de um político em dia de inauguração ou de despedida. A minha relação com essa carreira profissional não é das melhores, como certamente já se aperceberam. Por isso peço desculpa se não conseguir o intento.

À casa que nos concede hospedagem - a mim e à carteira – na pessoa do seu simpático proprietário, agradeço a confiança com que instintivamente me escolheu e apadrinhou, a paciência e o estímulo com que sempre fui acarinhada.

Aos que lêem esta crónica, bem hajam pela paciência, o olhar compreensivo, as palavras encorajantes, a mão protectora e o coração grande. Com ternura agradeço também a quem me ampara desde sempre nas angústias das quintas.

Possa a Carteira de Senhora sobreviver mais um ano aos atropelos infligidos por quem tem boa intenção e pouca prática.

Leonor Martins de Carvalho

sábado, 21 de janeiro de 2012

CINCO ANOS DE ETERNAS SAUDADES, MÃO CHEIA DO FUTURO

O João Marchante tardou a aderir a este meio umbiguista e livre. Desde que chegou, porém, embeiçou-se de tal sorte pela blogosfera que ainda agora não despegou do namoro em rede.

Certo que os blogues e redes sociais, como qualquer meio de massas e maiorias, permitiram a livre expressão dos ignorantes mais rudes. Acontece que os bloguistas nem sempre calçam pela craveira bordalenga; alguns caminham pela rede em passo culto, inteligente e civilizado. É precisamente o caso do Marchante, que alimenta a combustão deste blogue com fôlego erudito e crítico. Há cinco anos que por aqui desfila cinematizada a sua maneira de ver e sentir o mundo. E não sei se os seus leitores já notaram, mas o João foi escrevendo no Eternas Saudades do Futuro alguns dos mais brilhantes aforismos da blogosfera portuguesa. Publicados a solo ou em séries numeradas, tais anexins merecem traslado e porventura impressão, à uma pela limpidez do raciocínio e à outra pelo rigor certeiro do piparote.

Isto de ter saudades é um clássico da cultura lusa. Os portugueses orgulham-se da locução, pretendendo-a exclusiva. Os outros povos recalcitram que possuem o seu conforme equivalente. Eu declaro-me por eles, espantado da pretensão dos meus patrícios. Não sei o que o João pensa disto, mas presumo sempre a quem tem saudades do futuro que sente menos mágoa do que esperança viva.

Partilho com o Marchante interesses variados, no plano estético, na literatura e no culto das mulheres. Aprecio nele o matrimónio exemplar do tradicionalismo com a vanguarda, porque sei que ambos os conceitos foram feitos um para o outro. Os modernaços não passam de totós desengonçados a correr atrás da última moda política ou de costumes. Menos cinéfilo e melómano de meu natural, não consigo elevar-me à estatura do João nessas outras matérias essenciais da Arte e da Vida. Mas deixo aqui o registo escrito na antiga ortografia, que é a mais moderna que conheço, da minha estima pelo blogue e o autor.

Bruno Oliveira Santos

segunda-feira, 30 de março de 2009

BUSCANDO A VERDADE COM O MOTOR DE BUSCA DO BLOGUE

Citações, criações e considerações sobre adágios, aforismos e provérbios. Mas, há muito mais, nos recantos deste blogue. Aventurem-se na pesquisa.

AFORISMOS BLOGOSFÉRICOS — III

Mais vale só do que mal acompanhado.
Provérbio Popular Português.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

PENSAMENTO SÁBIO

Quem não vive para servir, não serve para viver.
Ditado popular português que serviu de inspiração e leitmotiv para os três aforismos anteriores da minha autoria.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

AFORISMOS BLOGOSFÉRICOS — II

Quem usa o blog como arma de arremesso, arrisca-se ao efeito boomerang.

quarta-feira, 5 de março de 2008

AFORISMOS BLOGOSFÉRICOS — I

Diz-me quem lês, dir-te-ei quem és.
A aplicação prática deste meu pensamento faz-se passando os olhos nas colunas verticais das ligações dos blogues antes de iniciar a sua leitura, poupando choques violentos a quem só os lê na diagonal e mergulha neles de cabeça sem saber ao que vai. Embora, cá para mim, partir a cabeça, na medida em que a abre, não faça mal a ninguém.