sábado, 4 de agosto de 2018

IMPÉRIO DAS NAÇÕES

Agora, que até o assustado sistema mundialista já fala em internacional nacionalista, dá-me gozo recordar que sempre disse e escrevi, aqui e em toda a parte, que este século seria o do triunfo definitivo dos nacionalismos. E também sempre acreditei que os ventos de mudança viriam das nações do leste da Europa: Rússia, Polónia, Hungria, República Checa, Eslováquia, etc., não me deixaram ficar mal, reencontrando-se com as suas diferentes mas semelhantes identidades culturais e provando que é possível criar uma sinergia comum em prol da verdadeira Europa. Confesso contudo que não esperava que o primeiro país ocidental a despertar e a dar o sinal fosse a Itália; mas, bem vistas as coisas, essa é a tradição. As eleições europeias do próximo ano serão apenas a simbólica consagração, através das vitórias eleitorais nas diversas pátrias, deste imparável movimento de nações em marcha.