quinta-feira, 11 de junho de 2020
LEVANTAMENTO DAS ÁRVORES PORTUGUESAS (PORQUE O QUE É NACIONAL É BOM)
Letra C: Carrasco, Carrasco-Arbóreo, Carvalho-Alvarinho, Carvalho-Cerquinho, Carvalho-de-Monchique, Carvalho-Negral, Carvalho-Português, Carvalho-Roble, Castanheiro, Catapereiro, Cerejeira-Brava, Cerejeira-de-Santa-Lúcia, Cevadilha, Choupo-Branco, Choupo-Negro, Cornalheira.
quarta-feira, 10 de junho de 2020
10 DE JUNHO — DIA DE PORTUGAL
Todos os anos neste dia gosto de retirar do baú e remirar este autocolante que usei — do alto dos meus 14 anos — na primeira manifestação do 10 de Junho em que participei. Foi em 1980. Fui sozinho. Juntei-me à concentração no Largo do Príncipe Real e incorporei-me no desfile até à Praça dos Restauradores. Num e noutro lugar ouvi inflamados e inflamantes discursos de fascinantes figuras da Cultura Nacional.
Nesse mesmo ano, passados alguns meses, fundei o NEM — Núcleo dos Estudantes Monárquicos (do Liceu Nacional de D. Filipa de Lencastre); e, a partir daí, passei a estar nos 10 de Junho e nos 1.º de Dezembro à cabeça do referido núcleo liceal — que era de facto um escol —, até 1985.
Bons tempos.
DA ENCARNAÇÃO SIMBÓLICA DA NAÇÃO
Camões (Portugal, 1946), de Leitão de Barros.
Quiseram outros que Leitão de Barros tivesse criado um Camões estudioso, um vate bem comportado, um «português sério», mas o cineasta preferiu o «Trinca-Fortes», amante da vida, amoroso sempre, solitário, perseguido, derrotado, doente, mas que, nisso mesmo, no excesso barroco, no contraste entre um quotidiano vulgar e uma visão grandiosa, no coração, no sentido da viagem e da distância, pudesse simbolizar Portugal. Por isso o poeta, no final da película, morre com a Pátria, pois quando ele morre é Portugal que morre também.
In História do Cinema Português, de Luís de Pina, edição Publicações Europa-América, colecção Saber, n.º 190, Lisboa, 1986.
LIVRO PARA HOJE E SEMPRE
Os Lusíadas, de Luís de Camões, grande edição ilustrada (com ilustrações de Roque Gameiro e Manuel de Macedo), revista e prefaciada pelo Dr. Sousa Viterbo, editada pela Empresa da História de Portugal, Lisboa, 1900.
segunda-feira, 8 de junho de 2020
BLOGUE EM DESTAQUE
Por causa dos meus trabalhos de investigação genealógica, descobri um blogue de superior interesse para a História de Portugal e muito especialmente para a História Militar. Ei-lo, à distância de um clique: Guerra da Restauração.
sexta-feira, 5 de junho de 2020
DA VITÓRIA DA LUZ SOBRE AS TREVAS OU DO IRISAR BOREAL
Os longos crepúsculos solsticiais estivais têm, em Portugal, muito por causa da presença a poente do Atlântico Norte, infinitas e indizíveis matizes cromáticas. Contemple-se.
segunda-feira, 1 de junho de 2020
ESCRITORES MUITO MEUS
Sete escritores franceses fundamentais com apelidos começados pela letra B:
— Jacques Bainville.
— Honoré de Balzac.
— Georges Bernanos.
— Louis de Bonald.
— Abel Bonnard.
— Paul Bourget.
— Pierre Boutang.
— Jacques Bainville.
— Honoré de Balzac.
— Georges Bernanos.
— Louis de Bonald.
— Abel Bonnard.
— Paul Bourget.
— Pierre Boutang.
LEVANTAMENTO DAS ÁRVORES PORTUGUESAS (PORQUE O QUE É NACIONAL É BOM) [2]
Letra B: Barrete-de-Padre, Bétula, Borrazeira-Preta, Buxo.
LEVANTAMENTO DAS ÁRVORES PORTUGUESAS (PORQUE O QUE É NACIONAL É BOM) [1]
Letra A: Abrunheiro-Bravo, Aderno-de-Folhas-Largas, Alfarrobeira, Alfenheiro, Amieiro, Aroeira, Aveleira, Azereiro, Azevinho, Azinheira.
sábado, 30 de maio de 2020
DA GENEALOGIA
Fruto das minhas eternas investigações histórico-genealógicas, deixo aqui no blogue novos dados — revistos e aumentados — sobre os meus antepassados alentejanos Moreiras (e não só). À atenção dos leitores interessados (primos, parentes, historiadores, genealogistas, investigadores, etc. e tal). Clicai.
domingo, 24 de maio de 2020
ANÁLISE SOCIAL [1]
Clero à parte, esta minha análise social, numerada e tudo, reza assim: para (in)certa realeza, a nobreza e a burguesia sempre foram a mesma coisa; para (in)certa nobreza, a burguesia e o povo sempre foram a mesma coisa; para (in)certa burguesia, o povo trabalhador e o povo indigente sempre foram a mesma coisa.
Esta falta de visão e de tacto por parte de determinadas e identificadas facções das várias classes sociais está na origem de todas as revoltas e revoluções, as quais só trouxeram sobressaltos e atrasos políticos, económicos e sociais.
Depois não digam que não avisei.
Esta falta de visão e de tacto por parte de determinadas e identificadas facções das várias classes sociais está na origem de todas as revoltas e revoluções, as quais só trouxeram sobressaltos e atrasos políticos, económicos e sociais.
Depois não digam que não avisei.
quinta-feira, 21 de maio de 2020
DO SAGRADO ALIADO AO PROFANO
Hoje comemoramos duas Festas: Quinta-Feira da Ascensão e Dia da Espiga.
Tenho para mim como certo e sabido que Portugal verdadeiro viverá enquanto cultivar as suas telúricas tradições ancestrais pagãs e simultaneamente se mantiver crente e fiel à solenidade da liturgia cristã.
Tenho para mim como certo e sabido que Portugal verdadeiro viverá enquanto cultivar as suas telúricas tradições ancestrais pagãs e simultaneamente se mantiver crente e fiel à solenidade da liturgia cristã.
sábado, 16 de maio de 2020
PSICOLOGIA E LITERATURA
Reconhecemos a genialidade de um autor quando ao relermos um livro seu constatamos com espanto e agrado que temos o texto quase integralmente na nossa cabeça.
PROFUNDIDADE VERSUS SUPERFICIALIDADE
Os prazeres tranquilos conduzem a um doce tédio. Já os intensos provocam um constante sobressalto.
sábado, 2 de maio de 2020
INÍCIO DA ÉPOCA SOLAR
Brigitte Bardot
num fotograma do filme
Et Dieu... créa la femme (França, 1956)
de Roger Vadim
num fotograma do filme
Et Dieu... créa la femme (França, 1956)
de Roger Vadim
A misteriosa rapariga, vestida sempre sóbria e elegantemente de preto, e que lia livros sentada na sua varanda em pose blasé sob a doce luz do Inverno, ao primeiro ar quente da Primavera apareceu, em todo o seu escultural esplendor de surfer, apanhando banhos de sol, como Deus a lançou ao mundo. Parece mentira, mas, é a mais pura e bela das verdades. E, vá-se lá saber porquê, este vosso dedicado blogger lembrou-se dos bons velhos tempos em que era jovem e lhe chamavam Johnny Fire.
(Continua...)
(Continua...)
IMPÉRIO DOS SENTIDOS
Cativante maravilha sensorial esta, a destes dias do pino da Primavera em Lisboa. As ruas da Capital do primeiro e último Império ultramarino e pluricontinental do Mundo ficam pintadas de cores exóticas e perfumadas por aromas sensuais. São as árvores a lembrar-nos que Brasil, Índia, Guiné, Cabinda, Angola, Moçambique, Malaca, Solor, Timor e Ceilão — e muito mais além ainda — também foram, e serão sempre, Portugal.











