DO FADO
Os leitores que com todo o tempo e paciência do mundo me vão seguindo através deste blogue e doutras plataformas já sabem que a Música faz parte do meu universo e que não consigo sequer imaginar o nosso planeta sem a inspiradora Arte guiada por Euterpe e Polímnia.
Relembrado isto, também já se sabe que entre erudita e popular prefiro toda, desde que boa, ou, dito de outra forma, feita à medida do meu gosto. Assim, de Bach a Chet Baker, de Schubert a David Sylvian, de Wagner a Velvet Underground, de Purcell a Portishead, e por aí fora, por coordenadas estéticas muito minhas, que por aqui e por ali vou revelando, cá se vai ouvindo um pouco de tudo e vibrando com esses e outros compositores e intérpretes, à minha maneira.
Contudo, ainda não tinha confessado (nem às paredes), mas vou dizer agora, o seguinte: de entre todos os géneros musicais, só um me leva, literalmente, às lágrimas, sinal evidente de que me toca, com a sua aparente simplicidade, nas profundezas da alma — o Fado.

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