segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

DA EVOLUÇÃO DOS REVOLUCIONÁRIOS

Os vermelhos desbotam à medida que enriquecem. Começam com uma garrida côr encarnada e acabam rosa pálida ou laranja aguada. Claro que continuam a dizer «vermelho», mas isso é só um tique foleiro que o dinheiro não consegue apagar. 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

DOS GRANDES ESPAÇOS OCIDENTAIS

O Lavrador alentejano e o Cowboy americano são os últimos cavaleiros românticos dos grandes espaços ocidentais.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

AFINIDADES LUSO-GERMÂNICAS

O Lavrador alentejano está para Portugal como o Junker prussiano está para a Alemanha.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

DO ETERNO RETORNO OU DAS SAUDADES DO FUTURO

O meu bisavô Mariano era regionalista e republicano. Eu sou municipalista e monárquico, como o avô dele.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

À ATENÇÃO DOS QUE AMAM PORTUGAL [É A HORA DE DIZERMOS : BASTA!]

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

XII ANO DA ERA DO FUTURO...

... No calendário do blogue.

SABORES LUSÍADAS

Um café, acompanhado por um pastel de nata com canela e açúcar; e, uma cigarrilha.

SANTO LISBOETA DO IMPÉRIO LUSÍADA

São João de Brito.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

EM MEMÓRIA DE DOIS GRANDES PORTUGUESES ASSASSINADOS

No primeiro quartel do século passado, Portugal teve dois Chefes de Estado míticos: Dom Carlos e Sidónio. Suscitaram enormes amores e também ódios mesquinhos, e ambos foram cobardemente baleados. Um fez avançar as artes, a ciência e o desporto, e conservou e promoveu as suas muito queridas tradições nacionais. Outro passou tão rapidamente e luminosamente como um relâmpago, mas ainda assim semeou uma obra indelével e apontou o caminho da esperança. Deixaram imensas saudades nos Portugueses. Assinalaram-se ontem 110 anos sobre o assassinato do primeiro. 

UM BLOGUE QUE FICA PARA A HISTÓRIA

Anteontem fez 7 anos que apareceu na rede um sítio feito por veteranos bibliófilos bloguistas. Refiro-me ao saudoso Jovens do Restelo. Como acontece à maioria dos blogues, entretanto deixou de publicar novas mensagens (parece que a média de duração destes são 3 meses). Ficam os arquivos, dos quais me permito destacar a famosa rubrica semanal «Caldo de Cultura», que lançava, de forma deliciosa, a ponte entre o mundo real e o virtual.