DA GENEALOGIA
Aos interessados em Genealogia e História das Famílias em geral e História do Alentejo em particular, faço saber por este meio que acabei de actualizar uma publicação sobre estas matérias aqui (clicai e espreitai).
Aos interessados em Genealogia e História das Famílias em geral e História do Alentejo em particular, faço saber por este meio que acabei de actualizar uma publicação sobre estas matérias aqui (clicai e espreitai).
As Cerejeiras (nome de árvore que é árvore grafa-se com maiúscula) dão flôr (assim mesmo, como deveria ser, com acento circunflexo e tudo) antes das folhas. São mistérios assim que nos levam à contemplação da Natureza. Saibamos retirar ensinamentos dos simbólicos sinais da Flora.
Nota: Este fenómeno verifica-se especialmente na Cerejeira-do-Japão (Prunus campanulata).
Nome — Significado — Associação
Calíope — Bela Voz — Poesia ÉpicaHorácio ensina na sua Arte Poética que um texto antes de ser publicado deverá ficar guardado pelo menos durante nove anos. Talvez seja esse o tempo necessário para as inspiradoras Nove Musas o conferirem e se for caso disso sugerirem alguma alteração. Penso cada vez mais nisto antes de escrever alguma coisa.
Hoje começa oficialmente a Primavera, pois é o dia do seu Equinócio. Contudo, não se sentem ainda os seus sinais, na fauna e na flora. As aves de arribação ainda não deram à costa e as flores da época ainda não se mostraram. Porém, este atraso costuma significar que a Estação chegará com redobrada intensidade e concomitante esplendor. Assim seja. Nós, os estetas, agradecemos.
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Agradeço a todos estes que se comprometeram de forma permanente a serem meus seguidores nestas plataformas (com vantagens de que assim usufruirão, como receberem notificações das novas publicações, presumo eu) e aproveito o momento para desafiar os mais de 1.000 visitantes que passam diariamente neste blog, e que ainda não o fizeram, a fazerem o mesmo.
Nota: No YouTube o equivalente aos seguidores são os subscritores.
Adenda: Este post foi reeditado aos 22.03.2026.
Arte | Literatura | Cinema | Televisão | Vídeo | Fotografia | Música | História | Estética | Cultura
Em Itália, em 1960, são feitos os seguintes filmes: L'Avventura, de Michelangelo Antonioni; La Dolce Vita, de Federico Fellini; La Maschera Del Demonio, de Mario Bava e Lee Kresel; e, Rocco E I Suoi Fratelli, de Luchino Visconti. Que se pode esperar duma cinematografia que arranca, para uma nova década, assim? Tudo!
JoãoMarchante@JoãoMarchante-vídeo
Lanço o desafio aos leitores do blogue que ainda não conhecem o canal para o espreitarem e se for caso disso passarem a segui-lo subscrevendo-o. Força nisso!
Andando eu com pouco tempo para alimentar os meus quatro outros blogues, já se sabe, não pude no entanto, perante uma relevante notícia do respectivo foro, deixar de ir ao Da Genealogia fazer uma publicação (para lê-la, clicai neste link).
A Aventura revela-nos um caso, A Noite um acaso e O Eclipse um ocaso.
Sei que a Primavera se aproxima porque os longos e sedosos cabelos das belas lisboetas já refulgem sob a luz dourada do subido Sol, ainda intermitente mas já forte, que anuncia o Equinócio.
A literatura pura e dura (sem ilustrações nem nada) é por excelência a arte da meia-idade e da consequente maturidade porque só nessa fase da vida já vimos e vivemos o suficiente para podermos traduzir em pessoalíssimas imagens mentais as palavras que lemos.
Existe o hábito -- entre vários de nós outros, os bibliófilos que lemos os nossos livros (espécie duplamente rara) -- de usarmos os volumes de História apenas e só para consulta. Isto leva a que sejam percorridos pela rama, mesmo que passados sob o rápido olhar atento de quem pesquisa com um objectivo definido. Por outro lado, lendo-os de fio a pavio, como quem devora um romance, encontrar-se-iam muito provavelmente os dados procurados que escaparam à detectivesca lupa aplicada na diagonal pelo investigador. Dito isto (a despropósito, ou como introdução), ocorre-me agora partilhar, com os seguidores deste blogue, o facto de estar a reler um delicioso romance histórico -- género literário de síntese -- que não consumi quando veio a lume, vai para quase quarenta anos: A Casa do Pó, de Fernando Campos, edição Difel, Lisboa, 1986. Uma secreta obra-prima da literatura portuguesa.
Quanto menos aqui escrevo, mais leitores aqui tenho (diz o contador do blogue que passam pelo Eternas Saudades do Futuro mais de mil pessoas todos os dias).
Um conto e uma longa-metragem têm em comum o facto de serem formatos narrativos que se podem e devem consumir do princípio ao fim, sem interrupções, em deliciosas viagens interiores de hora e meia.
Metido em trabalhos de pesquisa genealógica sobre os meus antepassados, investigações cujos resultados disponibilizo em vários posts do blog Da Genealogia, chego a uma conclusão — na linha do pensamento de Maurice Barrès —, toda ela límpida e cristalina: é com a terra, os mortos e os papéis (livros de assentos paroquiais, com os seus registos de baptismos, casamentos e óbitos, e outras fontes primárias) que mais se aprende.
Sinto-me sempre entre o épico e o lírico neste marcial mês das frias noites de Inverno e das quentes tardes de Verão, que é também o Março do suavemente sensual Equinócio da Primavera.