LISBOA EM MAIO
Em Lisboa, no mês de Maio, os Jacarandás revestem-se da sua esplendorosa floração lilás e simultaneamente lançam no primaveril ar quente da cidade um sensual aroma doce.
Em Lisboa, no mês de Maio, os Jacarandás revestem-se da sua esplendorosa floração lilás e simultaneamente lançam no primaveril ar quente da cidade um sensual aroma doce.
Este mês de Maio de 2026 terá duas Luas Cheias. A do passado dia 1 e a deste dia 31. Esta última, chamada Lua Azul, ocorrerá, daqui a pouco, às 01:46, horário de Lisboa. Isso fará alguma diferença? Faz. Mas só a uma rara minoria constituída por almas superiores. Quanto à restante gente, quando lhes apontamos a Lua, costumam olhar-nos para o dedo.
No Blogger desde 2006.
Blogue pessoal desde 2007.
Blogues individuais temáticos (um desde 2014, dois desde 2021 — o segundo destes também ainda activo — e outro desde 2022).
No Facebook desde 2009 até 2014.
Site próprio desde 2012.
No X (anteriormente Twitter) desde 2019.
No Spotify desde 2022.
Canal pessoal no YouTube desde 2025.
Os leitores que com todo o tempo e paciência do mundo me vão seguindo através deste blogue e doutras plataformas já sabem que a Música faz parte do meu universo e que não consigo sequer imaginar o nosso planeta sem a inspiradora Arte guiada por Euterpe e Polímnia.
Relembrado isto, também já se sabe que entre erudita e popular prefiro toda, desde que boa, ou, dito de outra forma, feita à medida do meu gosto. Assim, de Bach a Chet Baker, de Schubert a David Sylvian, de Wagner a Velvet Underground, de Purcell a Portishead, e por aí fora, por coordenadas estéticas muito minhas, que por aqui e por ali vou revelando, cá se vai ouvindo um pouco de tudo e vibrando com esses e outros compositores e intérpretes, à minha maneira.
Contudo, ainda não tinha confessado (nem às paredes), mas vou dizer agora, o seguinte: de entre todos os géneros musicais, só um me leva, literalmente, às lágrimas, sinal evidente de que me toca, com a sua aparente simplicidade, nas profundezas da alma — o Fado.
O Impressionismo visa captar um momento fugaz de luz e movimento. De preferência, figurativo e feminino, cá para mim. E isto é assim na Pintura como na Fotografia. Nesta última Arte, a imagem instantânea, com a sua impressão imediatamente revelada, e única, é a que melhor serve este conceito. Por uma razão ética e uma questão estética, toda ela côr.
Revisito a exposição colectiva A Luz da Nossa Identidade, no Palácio da Independência, Sociedade Histórica da Independência de Portugal, Largo de São Domingos, em Lisboa, 2013.
E recordo com carinho a simultaneamente modelo, musa e cúmplice nesta obra: JV (na fotografia que apresentei na referida exposição).
Revisito a exposição colectiva 19 Sentidos Contemporâneos, na Álvaro Roquette — Objectos de Arte — Antiguidades, Príncipe Real, em Lisboa, 2004.
E recordo com carinho a simultaneamente modelo, musa e cúmplice nesta obra: EM (em três fotografias montadas na caixa-de-luz que apresentei na referida exposição).
Revisito a exposição individual Solstício de Verão, nas Águas Furtadas, Rua Pinheiro Chagas, em Lisboa, 2024.
E recordo com carinho a simultaneamente modelo, musa e cúmplice nestas obras: TRO (em todas as vinte fotografias desta exposição).
Revisito a exposição individual À Luz das Raparigas em Flôr, na Cave, Avenida da Liberdade, em Lisboa, 2022.
E recordo com carinho a simultaneamente modelo, musa e cúmplice nestas obras: RB (em todas as vinte fotografias desta exposição).
Revisito a exposição individual Vídeos Privados, na Galeria Monumental, Campo dos Mártires da Pátria, em Lisboa, 2000.
E recordo com carinho a simultaneamente modelo, musa e cúmplice nestas obras: AA (em catorze fotografias desta exposição).
Revisito a exposição individual Peixe Fora d'Água, na Galeria da Ordem dos Arquitectos, Edifício dos Banhos de São Paulo, em Lisboa, 1998.
E recordo com carinho as simultaneamente modelos, musas e cúmplices nestas obras: EM (em cinco fotografias desta exposição) e AA (em vinte e quatro fotografias desta exposição).
Revisito a exposição individual Educação Sentimental, na Sala do Veado, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, em Lisboa, 2014.
Faço-o através do acima visível link, que dá para as respectivas imagens no site (é só clicar, que vão lá dar).
Tudo isto porque as obras da exposição, bem com as das outras individuais (que destacarei de seguida), têm despertado novos e renovados interesses, principalmente em gente de vinte e tal anos, o que constitui uma honra e um prazer, pois é o sinal definitivo de que as referidas fotografias estão vivas e são intemporais.
Recordo com carinho as simultaneamente modelos, musas e cúmplices destas obras: EM (numa fotografia desta exposição), MDF (em duas fotografias desta exposição), SA (numa fotografia desta exposição), GM (numa fotografia desta exposição), JV (numa fotografia desta exposição), MJR (numa fotografia desta exposição) e AA (em duas fotografias desta exposição).
Alfred Hitchcock (1899 — 1980) nasce em Londres. Sendo, pois, à partida, um homem directamente herdeiro do espírito vitoriano do século XIX, revela, no entanto, um extraordinário sentido de utilização dos modernos meios de marketing e publicidade (antecipando-os), para divulgar as suas obras. Cedo irá transformar em marca icónica o seu nome, tornando-o reconhecível e apetecível para toda a comunidade mundial de cinéfilos, e, mesmo, para os grandes e despersonalizados públicos generalistas. Revela-se, ainda, e dentro desta estratégia de comunicação global, um especialista nas relações públicas; especialmente com a imprensa, com o objectivo de se promover profissionalmente.
Na mitologia grega, Maia é uma das sete filhas de Atlas e Plêione. Para que escapassem do gigante Órion, Zeus tranformou-as no aglomerado estelar das Plêiades, integrantes da constelação de Touro. Com Zeus, Maia teve Hermes, o belo mensageiro dos deuses.
Na mitologia romana, Maia é a deusa da fecundidade, da projecção da energia vital, da Primavera e da maternidade. Filha de Fauno, Maia era mulher de Vulcano. Maia está intimamente ligada à feminilidade, à beleza, à sexualidade e ao amor.
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Agradeço a todos estes que se comprometeram de forma permanente a serem meus seguidores nestas plataformas (com vantagens de que assim usufruirão, como receberem notificações das novas publicações, presumo eu) e aproveito o momento para desafiar os mais de 1.000 visitantes que têm passado diariamente, em média, neste mês de Maio no blog — e que ainda não o fizeram — a fazerem o mesmo.
Nota: No YouTube o equivalente aos seguidores são os subscritores.