«DÍPTICO DAS COLECCIONADORAS»
Díptico das Coleccionadoras:
Parte I -- Uma Paixão Diferente (1989).
Parte II -- Zonas Intermédias (1989).
Díptico das Coleccionadoras:
Parte I -- Uma Paixão Diferente (1989).
Parte II -- Zonas Intermédias (1989).
Tetralogia das Tágides:
Parte I -- Água (1999).
Parte II -- Terra (1999).
Parte III -- Fogo (1999).
Parte IV -- Ar (1999).
Em vídeo ou em fotografia procuro criar imagens que histórica e esteticamente atinjam a intemporalidade. Só essas me interessam.
- EM.
- AA.
- PTM*.
- LG*.
- MD.
- JV.
- MDF.
- SB.
- GM.
- MJR.
- RB.
- TRO.
*Modelo numa fotografia nunca exposta.
Nota: Fotografias feitas e expostas desde 1998 até 2024.
Comentário do Autor: Serão estas as minhas 12 deusas do Olimpo?
Portugal nasceu a 24 de Junho de 1128 na Batalha de São Mamede.
Foi baptizado a 25 de Julho de 1139 na Batalha de Ourique.
E foi registado a 5 de Outubro de 1143 no Tratado de Zamora.
Bloguista rima com aforista, contista, cronista, diarista, memorialista, etc. e tal.
Há uma boa dúzia de anos, bebia uma imperial de fim de tarde na esplanada sobre a praia quando reparei no velho banheiro sentado no muro com um pequeno grupo de antigos companheiros de faina piscatórica que o tinham vindo visitar.
De entre eles, há um que em tom desconfiado atira:
-- Ouve lá, eles aqui tratam-se todos por tio e tia!?...
O velho banheiro, que tem sempre réplica para tudo, mesmo quando não sabe a resposta, abarca toda a praia com um grande gesto e remata:
-- É que eles aqui são todos primos.
Lembro-me que lancei uma gargalhada interior, selada com um golo de deliciosa cerveja gelada.
Passado todo este tempo, fruto das minhas consabidas investigações histórico-genealógicas, estou em condições de afirmar (salvo uma ou duas excepções, as quais, como é consagrado, confirmam a regra) o seguinte: naquela famosa praia do Oeste, as famílias que lá veraneiam, acantonadas desde sempre em toldos e barracas, são, de facto, mais ou menos remotamente, consoante os casos, parentes entre si; e, mais interessante ainda, além de outras ligações, todas entroncam em antepassados comuns daquela mesma Zona Saloia da histórica Província da Estremadura.
À medida que a vida avança vou trocando o convívio com as pessoas pela intimidade com os livros. Será a idade da sabedoria a chegar ou apenas uma fase de misantropia? Contudo, contrariando esta tendência e tentando conciliar as coisas, e seguindo o meu velho impulso para lançar pontes entre iguais e fazer sínteses de ideias, pretendo fundar finalmente o -- por mim há muito imaginado e anunciado -- Clube dos Bibliófilos com Biblioteca. Espero que esta tertúlia venha a ter uma existência tão longa e proveitosa quanto a do Clube dos Amigos da Sétima Arte, a qual, desde que foi por mim fundada em 2004, já vai em 22 anos bem contados e melhor passados.
Em tempos que já lá vão, iniciei no blogue uma série de mensagens intitulada «LIVRO PARA HOJE». Cheguei a passar a centena dessas publicações. Depois, fartei-me (coisa boa desta brincadeira muito séria da blogosfera é escrever sobre o que quero e quando me apetece). Essa rubrica tinha uma dupla utilidade (uma externa e outra interna): os meus caros leitores tinham assim acesso a fichas técnicas dos livros e, ainda, em alguns casos, a pequenos esquissos, da minha autoria, à laia de recensão crítica, sobre os mesmos volumes; e, este vosso escriba ficava com fichas bibliográficas online (mais fáceis de guardar que em papel) dos livros da biblioteca. Toda esta arengada serve para anunciar que sinto vontade de ressuscitá-la, continuando a construção da referida coluna.
Os portugueses alternam ao longo da vida entre um estado de espírito lírico — contemplativo, bucólico, poético — e um estado de espírito épico — activo, aventureiro, conquistador. Características estas que bem harmonizadas entre si têm como resultado uma extraordinária sinergia criativa.
Trilogia do Espírito das Casas:
Parte I — À Luz das Raparigas em Flôr (2022).
Parte II — Solstício de Verão (2024).
Parte III — Fiat Lux (2026) [título provisório e ano provável].
Exponho em casas outrora vividas mas agora fechadas, para poder habitá-las e abri-las de novo. Desta feita, habitadas por imagens de personagens femininas por mim imaginadas e fotografadas.
Este conceito já deu origem às exposições À Luz das Raparigas em Flôr (2022) e Solstício de Verão (2024). Em breve haverá uma terceira exposição. Assim fechando, e revelando na sua plenitude, a Trilogia do Espírito das Casas.
Actualizei o Perfil no Blogger após o douto parecer sobre a matéria dado pelo meu advogado de direitos de autor e propriedade intelectual.