DA LITERATURA
Sou um integralista estético-literário na medida em que só leio livros com textos integrais, mesmo que em edições vulgares, populares ou de bolso e despidas de capas duras ou encadernações.
Sou um integralista estético-literário na medida em que só leio livros com textos integrais, mesmo que em edições vulgares, populares ou de bolso e despidas de capas duras ou encadernações.
Já pressinto o reflorir da Natureza, que reanunciará assim a reentrada na Primavera.
O canal Star Movies (antigo Fox Movies) está a passar um ciclo de Westerns por estes dias. Dia e noite, ininterruptamente, o que remete para sessões duplas cinematográficas e tardes televisivas de outros tempos onde os pratos fortes eram precisamente os Westerns de Série B. O referido ciclo exibe, bem pelo contrário, vários clássicos, entre os quais algumas obras-primas, deste que é o mais antigo género cinematogáfico nativo americano. Fitas estas que, embora não cobrindo de forma representativa a Idade de Ouro do Western (1939-1964), são películas-chave para a compreensão deste género fílmico nascido em 1903 nos Estados Unidos da América (ainda antes de Hollywood) e que é simultaneamente a única forma de expressão artística de origem americana.
Volta e meia e quando me apetece vou fazendo e publicando umas playlists ali: Spotify - João Marchante.
A porta de entrada para o site actualizado (versão 2026) está aqui (clicai e entrai).
Há um antigo dito que passa de geração em geração por toda a Europa entre pessoas da mesma criação e que vai tendo adaptações consoante a nação de quem o reescreve ou relança nos salões. Cá para mim, reza assim: com Deus fala-se em italiano, com as mulheres em francês e com os homens em inglês.
*Poliglota é aquele (cada vez mais raro) que domina de facto várias línguas e não aqueloutro que fala uma incompreensível mistura de várias.
A Princesa de Clèves, de Madame de La Fayette, tradução de Cabral do Nascimento, introdução de Vitorino Nemésio, edição Editorial Estúdios Cor, colecção Obras de Sempre, n.º 1, impresso na Tipografia Nunes, texto integral, Lisboa, 1962.
Aproveito a passagem por aqui hoje para relembrar aos leitores do blogue o seguinte: Estou no X respigando e repostando alegremente coisas belas para as poder partilhar com os meus seguidores. Eis-me portanto na rede social outrora conhecida por Twitter à distância de um clique: X - João Marchante.
É Fevereiro. Os Jarros já irrompem por toda a parte. Depois, as pequenas flores de Cerejeira espreitarão timidamente, antes de tracejarem a cidade com a sua efémera alvura. De seguida, discretas mas reverdejantes, despontarão as folhas novas nos Plátanos. Finalmente, explodirão as Olaias floridas, pois Março é sem dúvida o mês destas.
Na entrada sobre Vídeo do site foi acrescentada uma lista de exibições, ocorridas entre 1990 e 2000, em bienais, ciclos, festivais, galerias, mostras, museus e televisão.
E os vídeos mencionados na selecção, realizados entre 1987 e 2007, estarão disponíveis em breve na referida entrada.
Eis o link: Vídeos | João Marchante.
Hoje é Dia de São João Bosco
(Castelnuovo de Asti, 1815 — Turim, 1888)
Patrono do Cinema, das Escolas de Artes e Ofícios, e dos Prestidigitadores.
Eça traça de forma fina o carácter português nos seus romances. Igualmente genial é a maneira como pinta outras nações, em especial nas suas crónicas. Ao lê-lo percebe-se que tinha a certeza de que escrevia para a posteridade. E de facto passado todo este tempo os seus livros continuam no topo da literatura mundial. Isto porque os leitores gostam de rever-se nas obras dos autores e ele soube captar a identidade de cada nacionalidade, a qual, por mais que nos tentem convencer do contrário, não muda.
Quando vejo esta sigla não penso em Inteligência Artificial mas sim em Inteligência Antiga. Sei que não vou por ali mas sim por aqui.
Troco uma culta tertúlia masculina por um passeio com uma mulher bonita.
Pensa como pensam os sábios mas fala como falam as pessoas simples.
Ontem morreu S. Sebastião e nasceu D. Sebastião.
Nesse mesmo dia, ao completar quatorze anos de idade -- a maioridade, à época --, tornou-se Rei de Portugal.
Aos 21 de Janeiro de 1793, Luis XVI, símbolo da bela e doce França, foi cruelmente assassinado em nome da república.
Uma tragédia da qual a França ainda não se refez.
Comecei a ensinar Cinema, Televisão e Vídeo no já longínquo ano de 1995. AAT, CASA, EPCI, EPI, ETIC, IADE e etc. e tal.
O maior prazer que retiro desta actividade é saber que tenho sempre antigos alunos a trabalhar como bons profissionais destas áreas nos quatro cantos do mundo.
Todas as exposições.
Todos os respectivos textos.
Preçário das fotografias actualizado.
Nova entrada com links para redes sociais.
E muito mais.
Já online.
Por uma questão utilitária, pensando nos seguidores, e sem qualquer pulsão centralista, voltarei a escrever e a publicar exclusivamente neste blogue. Assim, os leitores que procuram anexins e afins no Aforismos, memórias e outras histórias no Aventuras de Johnny Fire e fitas infinitas no Da Sétima Arte deverão dirigir-se a partir de agora apenas e só aqui ao Eternas Saudades do Futuro. Como existe sempre uma excepção que confirma a regra, os frutos dos meus estudos histórico-genealógicos continuarão a ser publicados no Da Genealogia.